O escritor mexicano Carlos Fuentes, que morreu nesta terça-feira aos 83 anos, foi um intelectual que questionou durante toda a vida o seu país pela incapacidade de construir uma democracia mais autêntica e que, a partir da literatura, encaminhou à narrativa em língua espanhola para a modernidade.
"O idioma queria dizer para mim nacionalidade: era um conjunto opressivo de significados sujeitos sempre a luta, a reconquista", disse.
Considerado o fundador do romance moderno no México, o intelectual fez curso superior na Unam (Universidade Nacional Autônoma do México) e no Instituto de Altos Estudos Internacionais de Genebra (Suíça).
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